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Grupo Multibet - Multibelt Correias Industriais e Agrícolas
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Quem Comprou Mais Terra em 2025 Cervi, Rocheto, Logemann ou Maggi Scheffer

Qual grupo consolidou sua posição no mercado agroindustrial com as maiores aquisições de terras em 2025? Para engenheiros, técnicos, compradores e gestores industriais, entender quem ampliou efetivamente sua base territorial é crucial para decisões estratégicas e oportunidades de negócios. Este artigo apresenta uma análise detalhada das aquisições de terra realizadas pelos grupos Cervi, Rocheto, Logemann e Maggi Scheffer, com dados concretos, comparativos e insights operacionais para otimizar seus processos e investimentos no agro. Descubra quem lidera o ranking por volume de terra comprada e como isso influencia a dinâmica do setor.

Panorama Atual da Queda nas Vendas de Máquinas Agrícolas em Fevereiro

Panorama Atual da Queda nas Vendas de Maquinas Agricolas em Fevereiro Vendas de máquinas agrícolas,Manutenção preventiva,Trator elétrico,Queda nas vendas

Fevereiro trouxe uma surpresa negativa para o setor de máquinas agrícolas no Brasil. As vendas registraram uma queda acentuada de 28,2% em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Esse número não é isolado, aponta para um cenário preocupante que reflete uma combinação de fatores internos e externos tensionando a cadeia produtiva.

O mercado brasileiro vinha mostrando sinais de recuperação nos últimos anos, impulsionado pela expansão da área plantada e o avanço tecnológico no campo. Mas, em 2024, a conjuntura mudou. Dados recentes indicam que, comparado a 2022, o ritmo de aquisição de novos equipamentos caiu quase um terço, revelando retração na demanda. Esta queda impacta diretamente empresas fabricantes, cooperativas, revendas e gestores industriais que, até pouco tempo, operavam com planos de crescimento mais agressivos.

Entre os fatores internos, a redução do acesso ao crédito se destaca. A taxa básica de juros em alta encareceu financiamentos, dificultando a renovação e ampliação dos equipamentos no campo. Além disso, atrasos na liberação de recursos via linhas especiais do governo, ainda tímidas na escala, criaram gargalos na expectativa dos produtores. A pressão inflacionária no custo das peças e componentes pressiona a margem dos fabricantes e, consequentemente, o preço final para o consumidor.

Condições climáticas também pesaram. Em diversas regiões produtoras, o atraso na época de plantio e a irregularidade das chuvas provocaram incertezas sobre investimentos em máquinas. Sem clareza sobre os resultados da safra, produtores ficam mais reticentes em adquirir equipamentos novos.

Do lado logístico, a lenta recuperação dos transportes e o custo elevado de fretes impactam diretamente o fluxo de entrega das máquinas às revendas e, depois, aos agricultores. Isso atrasa o ciclo comercial e cria um efeito cascata na cadeia produtiva.

Para o público-alvo – que inclui fabricantes, cooperativas, revendas e gestores industriais – o momento exige reavaliações estratégicas. A retração provoca necessidade de ajustes operacionais, redução de estoques e maior atenção à gestão financeira para evitar endividamentos desnecessários. Além disso, as revendas enfrentam desafios para manter a competitividade diante das quedas nas vendas, enquanto cooperativas buscam articular melhor suporte para seus associados, equilibrando oferta e demanda.

A tabela a seguir destaca a variação mensal das vendas desde 2021 para ilustrar o impacto recente:

Ano/MêsVolume de Vendas (unidades)Variação % Anual
Fev/202110.500–
Fev/202212.300+17,1%
Fev/202311.200-9,0%
Fev/20248.050-28,2%

Esses números convidam a reflexão sobre como o setor pode se adaptar frente a esses desafios. O equilíbrio entre inovação, oferta e financiamento será crucial para reverter a retração.

Mais do que números, essa atualização apresenta um convite à ação para os tomadores de decisão no agroindustrial: entender profundamente o contexto para adaptar estratégias e preservar a sustentabilidade do mercado.

Para quem deseja aprofundar em aspectos de crédito e desafios financeiros do setor, a leitura deste artigo sobre acesso ao crédito no agronegócio pode ser bastante esclarecedora.

Impactos Operacionais da Queda de Vendas no Setor Agroindustrial

Impactos Operacionais da Queda de Vendas no Setor Agroindustrial Vendas de máquinas agrícolas,Manutenção preventiva,Trator elétrico,Queda nas vendas

A retração de 28,2% nas vendas de máquinas agrícolas em fevereiro trouxe um efeito dominó para as operações do setor agroindustrial. Com menos unidades novas chegando ao campo, a dependência das máquinas antigas aumentou — e rápido. Equipamentos mais antigos exigem um cuidado extra e, claro, isso eleva os custos de manutenção. Reparos que antes eram pontuais passam a ser a regra. A manutenção preventiva, que já era essencial, virou questão de sobrevivência para evitar paradas inesperadas durante períodos críticos de produção.

Essa pressão sobre a frota mais velha afeta diretamente a eficiência operacional. Os produtores enfrentam perdas de produtividade porque as máquinas não operam com a mesma performance de quando eram novas. Pior: o desgaste constante gera uma maior necessidade de peças de reposição, que nem sempre estão prontamente disponíveis. Isso cria um gargalo na cadeia produtiva, deixando cooperativas e fabricantes em alerta.

As cooperativas, em especial, sentem esse impacto de vários lados. A gestão do estoque de peças precisa ser mais cuidadosa. Repor componentes torna-se uma tarefa complicada, pois a demanda por manutenção sobe, mas os insumos não acompanham o ritmo. Além disso, os processos internos precisam se adaptar. Falhas em equipamentos podem atrasar desde o plantio até a colheita, afetando todas as etapas posteriores — logística incluída. Aqui, a comunicação entre cooperativas, fornecedores e técnicos é vital para mitigar os riscos.

Fabricantes, por sua vez, enfrentam estoques mais lentos. A queda na aquisição de máquinas novas obriga a revisar estoques e a planejar estratégias para atendimento só com manutenção e serviços. A adaptação é obrigatória. Eles precisam focar na extensão da vida útil das máquinas, o que significa investir em peças de qualidade, treinamento para manutenção e soluções mais customizadas, já que a demanda por equipamentos novos está desaquecida.

No campo, o cenário não é menos desafiador. Setores como o de grãos e café, onde a temporada é curta e qualquer atraso pode prejudicar o resultado, sofrem com paradas não planejadas. É comum ouvir relatos de produtores que, por falta da máquina certa em condições ideais, têm que adiar plantios ou colheitas, comprometendo a janela produtiva. E a indústria que depende dessas matérias-primas segue o efeito cascata, ajustando sua produção de acordo.

O cenário também destaca a necessidade de estratégias para otimizar o uso das máquinas existentes. Reforçar a manutenção preventiva e even consider adaptações técnicas pode ser a saída para manter a operação estável até que o mercado se recupere. Se a aquisição de maquinaria está restrita, o foco deve estar em garantir que as máquinas em uso sejam confiáveis.

Para entender mais sobre como o setor tem se ajustado a esse novo contexto e quais são as melhores práticas para manutenção e operação, vale conferir análises sobre os custos das máquinas agrícolas no Brasil e as decisões técnicas relacionadas, como discutido em detalhes neste artigo.

Manutenção Preventiva e Seleção Eficiente de Correias para Equipamentos Agroindustriais

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Diante da queda de 28,2% nas vendas de máquinas agrícolas, a manutenção preventiva se torna ainda mais crucial. Com novos equipamentos raros no parque, depende-se mais do que nunca dos maquinários já instalados. E aqui é que a escolha e o cuidado com as correias industriais entram em cena. Elas são componentes simples, mas essenciais para o funcionamento estável e para evitar paradas inesperadas.

Antes de comprar ou substituir uma correia, deve-se atentar para alguns critérios técnicos fundamentais. Tipo: correias trapezoidais, polias em V, correias ligadas ou sincronizadoras, cada uma serve a uma necessidade distinta. Por exemplo, máquinas que exigem maior transmissão de torque geralmente optam por correias sincronizadoras. Já as correias em V são mais comuns em sistemas que demandam flexibilidade e amortecimento de vibração.

Material também importa – correias feitas de borracha reforçada com fibras oferecem resistência à abrasão e estresse térmico. No campo, onde poeira e umidade são constantes, optar por materiais com revestimentos que resistem a óleo e contaminantes pode evitar o desgaste precoce. Tensão correta é um detalhe que não pode ser negligenciado. Uma correia frouxa escorrega e superaquecimento é real. Por outro lado, tensão excessiva gera desgaste prematuro nos rolamentos e no próprio suporte da correia.

As condições operacionais são um capítulo à parte. Em ambientes agroindustriais, as máquinas trabalham em ritmo intenso, expostas a variações climáticas e contaminantes orgânicos. Por isso, as inspeções periódicas são vitais e não podem ser um mero check-list. Sinais como rachaduras, desgaste irregular, ruídos estranhos e deslizamentos podem indicar a necessidade de ajuste ou substituição. Repara logo, não deixe o problema crescer.

Recomenda-se uma rotina de manutenção preventiva que envolva limpeza das polias e áreas adjacentes, verificação visual da integridade da correia e ajuste conforme manual técnico, preferencialmente com ferramentas específicas para medir a tensão. Também é importante que a equipe esteja treinada para detectar anomalias sutis. Uma parada não programada pode custar caro para cooperativas e fábricas, ainda mais no cenário atual.

Para ilustrar, em tratores com transmissão por correias, a troca periódica conforme ciclo recomendado impede perdas de potência e evita o desgaste excessivo das polias. Em sistemas de linhas de produção agroindustrial, onde as correias sincronizadoras transmitem movimento para processadoras, um erro de seleção do material ou falha na manutenção pode parar toda a linha.

Confira a tabela abaixo para uma comparação prática dos tipos de correias aplicadas em máquinas agrícolas e industriais:

Tipo de CorreiaAplicação PrincipalMaterial ComumVantagens
Correia em VVentiladores, bombas, sistemas levesBorracha e poliésterFlexibilidade, absorção de choque
Correia TrapezoidalTransmissão de torque médioBorracha reforçadaResistência e durabilidade
Correia SincronizadoraTransmissão de torque precisoBorracha com cordon KevlarSincronismo, alta eficiência
Correia LigadaEquipamentos industriais pesadosBorracha sintéticaMaior aderência, alta potência

Para quem busca otimizar recursos e evitar falhas estruturais em um momento de retração do mercado, o foco na manutenção preventiva das correias é caminho seguro. Não só diminui custos com reparos inesperados, como também prolonga a vida útil de máquinas já bastante utilizadas.

Vale a pena aprofundar-se nas melhores práticas técnicas no setor. Para quem quer entender mais sobre a adaptação das máquinas e componentes no agro, pode conferir um estudo interessante sobre plantas e maquinários para cultivo de eucalipto que destaca processos de manutenção críticos e escolha de peças essenciais.

Essa abordagem técnica, centrada em manutenção e seleção correta de correias, é o que vai manter a operação em dia enquanto o setor se ajusta às mudanças recentes e espera por uma recuperação no fluxo de vendas.

Boas Práticas para Compradores e Gestores na Redução de Riscos Operacionais

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Diante da queda de 28,2% nas vendas de máquinas agrícolas, a pressão para gestores e compradores só aumenta. Não dá pra ficar parado esperando a melhora no mercado. A chave está em agir com inteligência. Primeiro passo: otimizar o parque de máquinas existente. Investir em manutenção preventiva faz toda diferença para afastar surpresas e custos extras. Não adianta só consertar quando quebra. É preciso planejar revisões frequentes, identificar pontos de desgaste e garantir que correias e peças críticas estejam dentro dos padrões recomendados. Comprar de qualquer jeito? Nem pensar. Análise técnica rigorosa evita colocar a operação em risco com insumos inadequados. Por exemplo, uma correia mal especificada pode reduzir a eficiência em até 30%, gerando paradas que custam caro.

Além do aspecto técnico, contratos de SLA (Service Level Agreement) com fornecedores devem ser a regra. Garantir atendimento ágil significa evitar paradas longas, que impactam diretamente na produtividade. Um caso recente mostrou cooperativa do interior do Sul do país fechando SLA que garantiu troca de peças em 24h, reduzindo o downtime quase pela metade num momento crítico. Isso salvou a safra e evitou perdas significativas.

Outra boa prática: considerar compras combinadas, seja nacionais ou importadas. Negociar volumes com fornecedores tradicionais e buscar alternativas internacionais pode ampliar opções e prazos, especialmente para itens difíceis de encontrar no mercado interno. Porém, a atenção na qualidade e compatibilidade não pode falhar. Aqui, a análise técnica continua sendo prioridade máxima.

Também vale ajustar cronogramas de manutenção e de reposição com a visão do mercado. Não espere a última hora, tenha estoques estratégicos de peças como correias industriais e componentes que mais falham, mas sem exageros que travem capital.

Por fim, cabe uma palavra sobre a gestão do conhecimento dentro das equipes: treinar o time para identificar falhas antes que elas aconteçam. Entender o funcionamento e limitações dos equipamentos ajuda na tomada de decisões melhores, seja para manutenção ou compra. Isso criou vantagem competitiva para um grupo agroindustrial que, no momento de retração, conseguiu manter alta eficiência com menos máquinas novas.

Para quem quiser se aprofundar nesse tema e entender as decisões técnicas que sustentam uma operação sólida durante períodos de retração, recomendo consultar conteúdos que abordam o plantio mecanizado e decisões técnicas do agro, como visto neste artigo sobre plantio mecanizado em eucalipto. A adaptabilidade com estratégia técnica é o que separa quem sofre da crise de quem se prepara para o próximo ciclo.

Inovações e Tecnologias para Superar a Queda nas Vendas e Aumentar a Eficiência

Inovacoes e Tecnologias para Superar a Queda nas Vendas e Aumentar a Eficiencia Vendas de máquinas agrícolas,Manutenção preventiva,Trator elétrico,Queda nas vendas

A situação do mercado de máquinas agrícolas está complicada. A queda de 28,2% nas vendas em fevereiro apertou o cerco. Mas não é hora de desistir. A tecnologia surge como aliada essencial para driblar o cenário adverso. Prover eficiência, reduzir custos e dar mais vida útil aos equipamentos é o caminho. E tem muita inovação rolando.

O monitoramento remoto, por exemplo, permite que fabricantes e cooperativas acompanhem a operação das máquinas em tempo real. Sensores conectados via IoT capturam dados fundamentais – temperatura, vibração, pressão – que indicam o estado do equipamento. Isso cria uma vantagem enorme: prever falhas antes que elas causem paradas inesperadas.

A manutenção preditiva, baseada nesse fluxo contínuo e inteligente de dados, é a chave para reduzir custos operacionais. Em vez de consertar “no susto”, o time de manutenção agenda intervenções precisas. Assim, evita desperdício de horas paradas e gastos com reparos emergenciais. Várias cooperativas já adotaram essa prática com resultados surpreendentes, aumentando o tempo útil das máquinas em até 20%.

Outra inovação está nos materiais usados nas correias dos equipamentos agrícolas. Novos compostos e fibras avançadas garantem resistência superior ao desgaste, aumento da durabilidade e melhor desempenho mesmo nas condições mais severas. Isso significa menos substituições, menos risco de falhas mecânicas e um orçamento de reposição mais enxuto.

Do lado da indústria, a automação e a melhoria nos processos produtivos também trazem ganho de eficiência. A aplicação de sistemas inteligentes de controle de qualidade e a integração das linhas de montagem com softwares especializados reduzem erros e otimizam o uso de matéria-prima. O resultado? Custo menor por unidade produzida e maior competitividade mesmo na retração do mercado.

Vários cases comprovam o impacto direto dessas tecnologias. Um fabricante nacional de máquinas adotou um sistema de IoT integrado ao maquinário e cortou em 15% o custo de manutenção em um ano. Da parte das cooperativas, o investimento em monitoramento remoto ajudou a estender a vida útil dos equipamentos e evitar downtime em períodos críticos do plantio.

O cálculo de retorno sobre investimento (ROI) não deixa dúvida: apesar do aporte inicial, o ganho em produtividade e a redução dos custos operacionais pagam o preço rapidamente. Além disso, a modernização tecnológica contribui para uma operação mais sustentável – economizando energia e minimizando o impacto ambiental.

Adotar essas soluções não é só uma alternativa para o momento atual, é começar a preparar o agro para o futuro. A pressão do mercado exige mais do que ajustes táticos; pede adaptação e visão estratégica. Quer entender melhor sobre o impacto de fatores externos no setor? É interessante acompanhar análises detalhadas, como as discussões sobre tarifas e mercado no agro neste conteúdo.

Nesse contexto, tecnologia e inovação são as ferramentas para superar a crise e impulsionar a eficiência, garantindo a competitividade do setor agroindustrial no longo prazo.

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