O mercado de máquinas agrícolas em Santa Catarina vive um processo acelerado de consolidação com a aquisição da Rodomac pelo Grupo Fuganti. Essa operação, um dos principais movimentos recentes de M&A entre revendas da New Holland na região, resulta na duplicação da presença da empresa no estado. A combinação fortalece a atuação conjunta e estabelece metas ambiciosas de faturamento, projetando R$ 200 milhões para 2026 com sete lojas. Esta expansão traz avanços operacionais, melhores ofertas de peças e serviços e amplia a capacidade técnica para atender fornecedores, cooperativas e indústrias agroindustriais.
Consolidação e Crescimento no Setor de Revendas de Máquinas Agrícolas em Santa Catarina

O setor de revendas de máquinas agrícolas em Santa Catarina vive um momento de transformação acelerada. Fusões e aquisições deixaram de ser apenas estratégias pontuais para se tornarem essenciais à sobrevivência no mercado. Revendas independentes, por mais tradicionais que sejam, enfrentam desafios crescentes. Concorrência acirrada, alta demanda por serviços especializados, e a necessidade de ampliar a oferta para atender um agro cada vez mais moderno puxam o setor para a concentração.
Até pouco tempo atrás, o Grupo Fuganti e a Rodomac atuavam em paralelo na região, ambos revendedores de uma das principais marcas de máquinas agrícolas. Cada um com sua base fiel de clientes, mas com limitações estruturais que começavam a pesar diante da expansão do agronegócio. Havia potencial para crescimento, claro, mas também um temor real de queda no ritmo — principalmente sem uma melhoria expressiva da capacidade técnica e logística.
Foi essa combinação de fatores que impulsionou a estratégia de unir forças. A operação de M&A veio como uma resposta natural ao mercado. Sozinhos, Fuganti e Rodomac chegariam a um ponto em que competir seria cada vez mais difícil. Juntos, além de aumentar a capilaridade, aumentam o poder de negociação com fornecedores e a possibilidade de oferecer um atendimento mais personalizado e eficaz. O cliente final, que busca agilidade e experiência, ganha com isso.
Estamos falando de uma concentração que não é só numérica. É também qualitativa. O ganho de escala traz mais eficiência operacional, reduz custos e possibilita investimentos em tecnologias e capacitação técnica. Para o agroindustrial catarinense, isso significa acesso a soluções mais completas e suporte técnico aprimorado. Afinal, o campo não espera, e a máquina parada é prejuízo na certa.
Por outro lado, revendas independentes que não acompanham essa evolução podem ficar à margem do mercado. A consolidação também gera um efeito cascata, influenciando as estratégias comerciais e o relacionamento com clientes. Empresas menores acabam tendo que se reinventar ou focar em nichos específicos para sobreviver.
Esse movimento em Santa Catarina reflete uma tendência nacional e global. E combate, em certa medida, a fragmentação que atrasava a modernização do setor. Somente com estrutura ampliada, rede de atendimento robusta e oferta diversificada de peças e serviços, o grupo mantém-se competitivo e preparado para atender demandas que só crescem.
Para quem deseja entender melhor as dinâmicas que movimentam esse espaço, há insights valiosos sobre a importância da manutenção e como ela impacta a produtividade no campo neste artigo sobre manutenção preventiva no campo.
Operacionalização da Aquisição Rodomac pelo Grupo Fuganti e Impacto nas Lojas

A aquisição da Rodomac pelo Grupo Fuganti não foi só um movimento estratégico. Ela demandou uma profunda reestruturação operacional para unir duas redes consolidadas em Santa Catarina. Antes da fusão, o Grupo Fuganti contava com quatro lojas, enquanto a Rodomac operava três pontos de venda. Juntos, agora somam sete unidades, ampliando significativamente a cobertura regional — das áreas do Oeste até o Litoral catarinense, com presença forte em polos agrícolas estratégicos.
Essa expansão exigiu um processo de integração que envolveu equipes comerciais, de atendimento técnico e logística. Antes, as equipes trabalhavam com processos, sistemas e rotinas bem distintas. Um esforço intenso foi dedicado à padronização e ao treinamento, sobretudo para garantir que a qualidade no suporte técnico permanecesse inalterada — afinal, o agronegócio exige agilidade e precisão. De time para time, trocaram experiências, alinhamentos e até mesmo rotinas para unificar a cultura operacional.
Na parte logística, o ganho foi evidente. Antes, cada grupo gerenciava estoques específicos, com estoques de peças e componentes dispersos e níveis variáveis de serviço. Com a fusão, veio a consolidação dos centros de distribuição e a otimização dos pedidos, garantindo a disponibilidade imediata de uma linha maior de peças. Isso reduziu o tempo médio de atendimento para reposição e manutenção — um fator crucial para a produtividade dos produtores rurais locais.
Quanto ao atendimento técnico, a migração da Rodomac para o Grupo Fuganti permitiu a ampliação do quadro de especialistas. A capacidade de atendimento em campo cresceu, permitindo coberturas mais amplas e frequentes. As equipes também passaram a utilizar ferramentas de gestão de manutenção e monitoramento compartilhadas, que melhoram a eficácia das intervenções e facilitam o agendamento de serviços preventivos — um trabalho complementar que aumenta a vida útil dos equipamentos e evita maiores paradas.
A tabela abaixo resume o impacto operacional da aquisição:
| Aspecto | Antes da Aquisição | Depois da Aquisição |
|---|---|---|
| Número de Lojas | 4 (Fuganti) + 3 (Rodomac) | 7 unidades integradas |
| Municípios Atendidos | 5 | 9 |
| Estoque Médio de Peças | Diversificado, mas isolado | Consolidado e ampliado |
| Equipe Técnica | 25 profissionais | 45 profissionais |
| Tempo Médio de Atendimento | 48 horas | 24-36 horas |
Esse salto operacional reforça a posição do Grupo Fuganti no estado e melhora o atendimento à demanda crescente das propriedades agrícolas, que buscam mais eficiência e suporte imediato. Essa consolidação também permite aproveitar melhor as sinergias entre unidades, compartilhando recursos humanos e técnicos, sem perder a proximidade com o cliente.
É fundamental destacar também que os processos de integração continuam avançando. Nas semanas seguintes à aquisição, foram implementadas rotinas comuns para sistemas de gestão e normativas internas, facilitando a troca de informações e reportes gerenciais. Tudo isso cria um ambiente forte para suportar a meta ambiciosa de faturamento prevista para 2026.
A operação da Rodomac pelo Grupo Fuganti mostra, portanto, que não é só sobre crescer em números, mas sobre construir uma estrutura mais eficiente e alinhada ao pulso do agro local. Essa transformação operacional é um passo decisivo para quem busca liderança e sustentabilidade ao longo do tempo.
Para compreender mais sobre como a manutenção preventiva contribui para essa eficiência no campo, vale conferir uma análise detalhada sobre o tema, que é peça-chave para reduzir custos e aumentar a produtividade: Por que a manutenção preventiva aumenta a produtividade e segurança no campo?.
Projeção Financeira para 2026 e Estratégias para Atingir R$ 200 Milhões de Faturamento

A meta do Grupo Fuganti para 2026 é clara: alcançar R$ 200 milhões de faturamento combinando as operações das sete lojas estruturadas após a aquisição da Rodomac. Esse número não surgiu do nada. É resultado de um estudo cuidadoso que levou em conta crescimento orgânico, potencial de mercado e sinergias inéditas entre as unidades. O foco está no aumento da carteira de clientes, algo que a equipe comercial já vem intensificando. Não basta só vender máquinas – o plano é construir parcerias sólidas. Cooperativas, indústrias do agro e produtores rurais formam a espinha dorsal dessa estratégia. Acredite, eles querem relacionamento, serviço pós-venda integrado, peças e assistência técnica imediata. Melhorar o mix de peças e serviços é chave para o crescimento sustentável. É aí que o Grupo entra pesado: centralizar estoques, reduzir prazos e garantir disponibilidade. Isso evita interrupções que podem custar caro ao agricultor. Nas lojas, equipes treinadas recebem reforços periódicos para elevar a qualidade do atendimento, sempre calibrando a experiência do cliente. Uma abordagem híbrida de vendas – combinando presença digital e visitas técnicas personalizadas – impulsiona o alcance. As práticas comerciais incluem descontos progressivos, planos especiais para grandes volumes e programas de fidelidade. Tudo pensado para tornar a revenda muito mais do que um ponto de compra. O planejamento financeiro também entrou na jogada. Projeções trimestrais detalhadas monitoram indicadores como ticket médio, margem e conversão. Ajustes rápidos são feitos para manter o ritmo das metas. Além disso, acompanhamento constante das tendências do setor agrícola ajuda na realocação ágil de recursos quando necessário. Outro pilar dessa expansão é a parceria com cooperativas e indústrias, que abre canais para vendas diretas e contratos de fornecimento. A ideia é ampliar o alcance sem perder o controle dos processos. Uma rede mais conectada, com troca constante de informações sobre demandas e desempenho, garante melhor decisão estratégica. Por fim, iniciativas de marketing local com foco na educação do cliente sobre as vantagens das soluções ofertadas agregam valor à experiência. Eventos, treinamentos e conteúdo digital vêm ao encontro dessa visão, preparando o mercado para absorver o crescimento previsto. Tudo isso embasa a ambiciosa projeção de faturamento, que, somado ao trabalho operacional descrito anteriormente, formatam o cenário ideal para o Grupo Fuganti fortalecer sua presença em Santa Catarina. Para quem busca entender mais sobre as práticas que elevam produtividade no campo e o papel da manutenção preventiva como diferencial competitivo, vale conferir insights que complementam essa trajetória aqui.
Tecnologias e Manutenção para Maximizar Produtividade das Máquinas New Holland

As máquinas comercializadas pelo Grupo Fuganti hoje trazem uma série de tecnologias que transformam a rotina no campo. Estamos falando de sistemas que vão além do básico, como o controle de precisão que ajusta automaticamente as operações conforme o terreno e a cultura. Isso não é só para impressionar, mas para garantir que cada semente plantada ou cada carga colhida seja feita com o máximo rendimento. Já imaginou evitar desperdício e retrabalho com ajustes em tempo real? Pois é, isso está aí disponível.
Além disso, o monitoramento remoto é uma dessas soluções que mudou o jogo. Os gestores podem acompanhar dados importantes das máquinas sem sair do escritório. Parâmetros como temperatura, pressão hidráulica e até alertas de falhas aparecem na tela do celular ou computador. Isso evita aquela surpresa desagradável no meio da safra e permite agir antes que o problema vire prejuízo.
Falando nisso, a eficiência operacional ganha um reforço importante com essas tecnologias. Menos paradas não planejadas e otimização do consumo de combustível fazem toda diferença no resultado final. E para manter essa máquina rodando, a manutenção preventiva não é opção, é obrigação. Correias desgastadas, por exemplo, costumam passar despercebidas, mas causam impacto direto na performance e até no risco de acidentes. O mesmo vale para o sistema hidráulico, coração das operações pesadas. Vazamentos, folgas ou falta de lubrificação podem derrubar horas e mais horas de trabalho. Por isso, checar esses componentes com frequência e trocar peças desgastadas antes que causem paradas é fundamental.
Para os gestores técnicos, investir em treinamentos contínuos sobre o uso dessas tecnologias digitais faz toda a diferença. Equipes preparadas evitam erros básicos e conseguem extrair o melhor do equipamento. Segurança também entra nessa conta: ouvir os especialistas e usar as ferramentas de diagnóstico remoto ajuda a manter o operador e a máquina em perigo zero.
Praticidade também vem na combinação entre tecnologia digital e conhecimento do campo. Não é só instalar um sensor e esperar que tudo funcione perfeitamente. É preciso interpretar os dados, planejar intervenções e compartilhar boas práticas. Por isso, recomenda-se a construção de rotinas claras de inspeção e, claro, a atualização constante dos times.
Se quiser saber mais sobre como a manutenção preventiva impacta diretamente na produtividade e segurança, vale a pena dar uma olhada numa dica especial sobre o tema. Assim, você garante que seus equipamentos entreguem até o último dia da safra o desempenho esperado. Afinal, uma máquina bem cuidada é sinônimo de resultados melhores para todos.
Esse cuidado fortalece a presença da New Holland em Santa Catarina e reforça o papel das revendas do Grupo Fuganti como parceiras estratégicas para o agro local. As tecnologias estão aí, disponíveis. Agora, é atitude e conhecimento para tirar o máximo proveito delas.
Recomendações Práticas para Gestores no Setor Agroindustrial e Revendas de Insumos

A ampliação das revendas possibilita ganhos que vão muito além do simples aumento no portfólio. É hora de engenheiros, técnicos e gestores se alinharem para transformar essa expansão em eficiência real. Compras planejadas são o ponto de partida. Evite compras em excesso ou em falta — foco no giro de estoque é essencial. Para isso, conheça seu histórico de consumo e adapte o estoque às demandas sazonais da safra.
Mas não basta só comprar. Avaliar fornecedores com rigor faz a diferença no dia a dia. Priorize parceiros que entreguem qualidade consistente e prazos confiáveis. Visite instalações, peça referências e não deixe de coletar feedback das operações sobre durabilidade e performance dos equipamentos adquiridos. A integração de máquinas novas deve ser pensada desde o início. Planeje treinamentos práticos para as equipes técnicas, evitando que erros simples comprometam a produtividade.
Ao comprar, a escolha das peças – especialmente correias e componentes de desgaste – precisa ser criteriosa. Uma correia errada por engano pode causar paradas inesperadas, trazendo prejuízos que facilmente superam o custo do produto. Prefira sempre itens especificados pelo fabricante da máquina, mesmo que o preço inicial pareça maior. A manutenção preventiva, por sua vez, não é luxo, é economia. Monitorar periodicamente o estado das peças evita que pequenos defeitos se tornem falhas graves.
A gestão do estoque deve incluir ferramentas digitais simples, como planilhas dinâmicas ou sistemas integrados, que alertem para reposição automática. Se a revenda tem uma presença expandida, isso pode ser feito em rede, facilitando o atendimento rápido e reduzindo custos logísticos.
Na prática, um gestor implementou auditorias trimestrais nas compras e estabeleceu contratos de manutenção com serviços contratados diretamente nas revendas parceiras. O resultado? Queda de 30% no tempo médio de parada das máquinas e redução significativa em gastos inesperados. Outro caso comprovou que investir em peças originais e treinar equipes reduziu em 25% as falhas técnicas reportadas, com ganhos diretos na produtividade no campo.
Por fim, mais do que nunca, o diálogo aberto entre revenda, fornecedores e equipe técnica é chave. Compartilhe informações sobre desempenho e necessidades. Isso cria um ciclo de melhoria contínua, fundamental para manter a eficiência e minimizar custos.
Saiba mais sobre rotinas de manutenção e como elas impulsionam a produtividade acessando conteúdos como esta dica prática sobre manutenção preventiva que aumentam a eficiência e segurança nas operações.
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